IMAGEM ARRANHADA

Maggi cobra punição a quem divulgou que avião com droga saiu de sua fazenda

15 de julho de 2017
Ministro declarou que passou por um "vexame público desnecessário"

Foto: REPRODUÇÃO

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, pediu que a Aeronáutica puna o responsável por divulgar a informação de que um avião interceptado com mais de 600 toneladas de cocaína, no final de junho, decolara de uma de suas fazendas. As informações são da coluna Expresso, da Revista Época.

Segundo o ministro, a Aeronáutica não se preocupou em checar o dado fornecido pelo piloto antes de divulgar a informação. Foi a Polícia Federal quem desmentiu a informação. Maggi diz que o episódio causou danos a ele e suas empresas.

A apreensão do avião com a grande quantidade de droga ocorreu no dia 25 de junho, em Jussara, interior Goiás. O avião foi interceptado pela Força Aérea Brasileira (FAB).

No dia da operação, o piloto da aeronave Apoena Índio do Brasil, informou que a aeronave decolou da pista da fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo de Parecis. A propriedade rural é arrendada pela empresa Amaggi, de propriedade da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

O fato gerou grande repercussão em virtude do cargo ocupado por Maggi. No entanto, no dia seguinte, as investigações apontaram que a aeronave não decolou da propriedade dele.

Foi descoberto que o avião carregado com a droga saiu da Bolívia e seria levado para São Paulo. O destino final do entorpecente era os Estados Unidos.

Na época, Maggi desabafou sobre o caso e lamentou o “mal entendido”. O ministro escreveu na rede social que era "lamentável" ter passado por "um vexame público desnecessário".

Agora, ele busca informações sobre como o nome de sua fazenda surgiu neste episódio.

FONTE: FOLHA MAX


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