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Encontro completa oito anos e Fátima Bernardes desabafa sobre sua evolução



O clima é de festa no Encontro, da Globo. Nesta quinta-feira (25), o programa completou oito anos. Por isso, Fátima Bernardes resolveu fazer um balanço sobre esse período e contou tudo o que mudou em sua carreira.

“Eu acho que ele [Encontro] foi evoluindo de acordo com a minha evolução também. Evolução no sentido de desligamento de uma tarefa e de uma função altamente jornalística de hard news no principal telejornal, para outra postura profissional que é dessa pessoa que se diverte com o público”, afirmou a apresentadora ao GShow.

“Então, quanto mais eu consigo me divertir com o programa, mais eu acredito que o público também se diverte. E o que eu consigo ver que ajudou muito nisso foi – além da música que traz essa leveza, essa brincadeira – a presença da plateia. Estar ali ao lado das pessoas que realmente assistem ao programa, que participam e que gostam de dar a sua opinião fez uma transformação muito grande no programa”, comentou ela.

A jornalista acrescentou: “No início, a plateia era mais espectadora e, ao longo dos anos, foi sendo um participante muito presente e importante, seja na opinião ou na produção de pautas. Desde seu nascimento, o ‘Encontro’ tem um pé no factual. Teve até mais logo no começo, depois a gente enveredou muito pro entretenimento, mas sempre com a preocupação de estar fazendo algo da atualidade”.

“A gente variava sempre com personagens importantes que tivessem aparecido no noticiário. Neste retorno depois da pausa por conta do coronavírus, ficamos muito na pandemia, mas de um jeito diferente do jornalismo, com um pouco mais de tempo, olhando sempre o lado humano. Agora estamos retomando outros temas que interessam ao nosso público. As pessoas em casa precisam de um pouco de leveza que ajude a tocar o dia. É um respiro para essa manhã”, completou a artista.

A comandante do Encontro também falou sobre como foi a volta do programa, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. “O retorno do programa não teve a ver com a necessidade de diminuir a informação, porque ela está lá e continua sendo dada, mas com a necessidade de a gente ajudar as pessoas a entenderem que é uma fase, e que vai passar”, disse.

Fonte: rd1